Mentira, cobardia e censura: a Trofa Digital em três palavras

por João Mendes 0

Quem é a equipa por trás da página Trofa Digital? Ninguém sabe muito bem, até porque ninguém dá a cara por coisa nenhuma, a não ser o alegado “antigo director da antiga página” Trofa Online, que insiste em mentir aos leitores da página que criou e continua a fazer publicações em nome da mesma, a usá-la para fins pessoais e a ser visto no local de acidentes e afins de telemóvel em punho a fazer “reportagens” da treta. É verdade que existem para lá uns nomes na “ficha técnica” da coisa, mas quem nos garante a nós que elas realmente existem? Há pelo menos um nome naquela ficha que me garantiu, por escrito, nada ter que ver com a tal página. E depois há a história de uma grande mentira chamada Paulo Carvalho (ver AQUI), um perfil falso inventado pela equipa da Trofa Digital, que no passado foi anunciado aos seus leitores como jornalista, apesar de pura e simplesmente não existir. São mentiras atrás de mentiras, fáceis de desmontar e de demonstrar. Pena a falta de vergonha na cara de quem verdadeiramente manda naquilo para assumir. Nada de novo.

Vem isto a propósito de dois comunicados que me dedicou ontem a Trofa Digital. O primeiro, um autêntico espancamento da gramática portuguesa, é uma aldrabice só. Há para lá uns insultos parolos, acusações de mentiras escritas nas minhas crónicas das quais nem um único exemplo conseguiram dar (e, acreditem, eles não hesitariam em apresenta-las, caso existissem), e a constatação de que as minhas crónicas não são para eles importantes (o que me tirou imediatamente o sono e me fez chorar como um perdido), apesar de lhes terem dedicado dois comunicados num só dia, marcados com destaque no topo da página. Imaginem o que seria se fossem!

Segundo quem o escreveu, o “comunicado importante”, emitido ontem pela Trofa Digital, por Ricardo Teixeira ou por seja lá quem está atrás daquela página de cara tapada, quiçá a personagem de ficção Paulo Carvalho (ver AQUI), propõe-se esclarecer os leitores da Trofa Digital sobre o que este blogue sabe fazer, a que se segue uma série de imbecilidades sem qualquer tipo de sustentação, rematando com um curioso “venha dar a cara publicamente e não se meta atrás de um computador a escrever mentiras e o que lhe apetece sem ter nenhum argumento para escrever e verdadeiro”. Perante esta acusação, decalcada como habitualmente do discurso oficial de um conjunto de poderosos locais, que é para isso que os papagaios políticos servem, decidi comentar o “comunicado importante”, tendo inclusivamente partilhado o mesmo, dada a sua importância, na minha página pessoal. Comentei eu, comentaram outras pessoas, foi possivelmente a publicação mais comentada dos últimos tempos na página Trofa Digital. Só faltaram mesmo as pessoas da Trofa Digital, sejam lá elas quem forem, que não deram a cara e ficaram, como sempre ficam, escondidos atrás do PC, do tablet ou do telemóvel.

Como a coisa não estava a correr bem para os lados da Trofa Digital, que se calou e consentiu tudo o que ali foi dito e que pode ser (parcialmente) visto em baixo, quem manda naquilo lá deu ordem para dar início ao habitual processo de censura, da forma mais fascista possível, removendo todos os comentários, independentemente do seu conteúdo. Quem não se dá bem com a verdade tende para este tipo de comportamentos que, na página Trofa Digital, são já um clássico.

Contudo, e porque a conversa seguia animada, na minha página pessoal, a Trofa Digital decidiu levar a censura mais além de apagou o comunicado na íntegra, para que a única partilha, a minha, desaparecesse, tal era a quantidade de embustes que ali iam sendo revelados. Houve até uma leitora, antiga colaboradora da página, que referiu mesmo que Ricardo Teixeira terá recebido 500€ de alguém próximo do executivo camarário. Será que recebeu mesmo? Para quê? Se recebeu, esperemos só que não tenha saído do mesmo cofre de onde saíram os ajustes directos para o Correio da Trofa.

Segue, portanto, tudo na mesma. Com o seu comunicado e actos de censura fascista, a Trofa Digital nada mais conseguiu do que encenar o papel de vítima, pessimamente encenado como vem sendo habitual, e nada do que ali foi dito foi capaz de desmentir, porque sabe que não consegue. A saber:

  1. Que a página Trofa Digital fez campanha eleitoral pela coligação, com apelos directos ao voto na coligação, apesar de se dizer independente (mega-LOL)
  2. Que a página Trofa Digital está articulada com pessoas no interior da CM da Trofa, o que explica as publicações sincronizadas entre ambas as entidades
  3. O facto de ser comum ver elementos da Trofa Digital integrados em comitivas oficiais em eventos públicos
  4. O facto de existir colaboração directa, sob diferentes formas, entre a Trofa Digital e representantes eleitos pela coligação
  5. O facto de a Trofa Digital fazer eco da propaganda da coligação
  6. A censura, como ontem ficou provada, da qual a Trofa Digital usa e abusa
  7. O plágio, do qual a Trofa Digital usa e abusa
  8. A publicidade falsa que simulam, aldrabando desta forma leitores e potenciais anunciadores
  9. O facto de criar perfis falsos como o caso do jornalista Paulo Carvalho, que nunca existiu
  10. O facto de promover ataques pessoais cirúrgicos contra pessoas ou entidades incómodas para o regime vigente.

Destes dez factos, quantos foram desmentidos pela Trofa Digital? Zero. Isso mesmo: zero. A Trofa Digital não foi capaz de desmentir um único facto porque, convenhamos, um facto é um facto. Claro que, naturalmente, haverá sempre o ocasional trofense que engole a desculpas esfarrapadas e mal-amanhadas desta malta não-identificada, que não dá a cara e se esconde por trás de uma política de moderação de comentários plagiada (não acredita? sim, até isso é plagiado: a da Trofa Digital está AQUI e a original AQUI), por amizade, pena, simpatia ou porque gosta de comer gelados com a testa.

Hoje ficamos por aqui, com a promessa de em breve revelar novas mentiras, ligações e outros embustes. Deixo-vos com a conversa ontem censurada pela cobardia habitual da Trofa Digital, que ontem calou e consentiu tudo o que aqui foi escrito sobre a página, refugiando-se por trás da censura antidemocrática que a caracteriza, na esperança que algum dia algum deles saia do esconderijo e dê a cara.

 

1ª Comunicado

2º Comunicado

 

Sobre o caso Trofa Online/Trofa Digital

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Trofa Online: os plágios, a censura, os insultos e as ligações ao poder (seguir este link)

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Trofa Digital: a líder dos aldrabões está desesperada (seguir este link)

Sobre o alegado processo movido por Ricardo Teixeira contra a minha pessoa (seguir este link)

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Câmara Municipal da Trofa e Trofa Digital: o dia em que alguém meteu água e desmascarou uma linda amizade (seguir este link)

João Mendes

Radicalmente contra todas as formas de instrumentalização dos recursos públicos em função dos apetites partidários e com um apetite insaciável pela desconstrução de mentiras e outros embustes que nos são diariamente oferecidos pelas elites dirigentes, a minha luta é por um concelho da Trofa mais transparente, mais íntegro e no sentido da evolução contínua, onde o poder cuja função é servir-nos pode e deve ser questionado. Das pessoas para as pessoas, sem medo nem clientelas.

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