Trofa Digital, líder incontestável da mentira, do plágio e das tentativas falhadas para fazer dos trofenses otários

por João Mendes 0

A página de Facebook que serve o poder local sempre que este precisa dela, e do qual recebe informação privilegiada, apesar das práticas fraudulentas, voltou a assumir-se como líder de algo que ninguém sabe bem o que é. Talvez seja líder dos “gostos” no Facebook, algo que qualquer página pode igualmente ser caso decida investir umas valentes centenas/milhares de euros a comprar os ditos “gostos”, ou, quem sabe, líder da aldrabice digital, que é uma área onde seguramente não existe rival para a página Trofa Digital. Não há recordação de outra página que minta tão descaradamente e que consiga inventar jornalistas que não existem ou publicidade que não lhes foi encomendada. Nesse segmento, o da mentira, são líderes isolados. Não admira a proximidade com alguns políticos cá do burgo.

É engraçado que esta fraude digital insista na aldrabice, coroando-se líder de um segmento por si inventado de cada vez que ultrapassa uma barreira simbólica de gostos, na ânsia de mostrar que faz mais do que seguir uma agenda política, copiar conteúdos e publicar fotos de desastres que lhes vão enviando. Não fazem. Aliás, tenho as minhas sérias dúvidas sobre se os nomes que surgem na ficha técnica são reais. Afinal de contas, esta fraude chegou a anunciar um jornalista-director que não existia, de seu nome Paulo Carvalho, que era apenas e só um perfil falso de Facebook, como tantos outros que são usados para gerar “gostos” e partilhas na página Trofa Digital.

Mas o ridículo vai mais longe, por mares nunca dantes navegados, até a um nível em que a vergonha alheia é inevitável. No texto em cima, que surge como reacção da página Trofa Digital a números objectivos publicados pela Trofa TV/O Notícias da Trofa, que revelam que a fraude surge em 5º lugar do ranking da Likealyzer, uma ferramenta de análise de desempenho de redes sociais credível, as mentiras são tantas (e tão engraçadas) que eu sinceramente não percebo como é que esta gente não se esconde bem escondidinha num buraco bem fundo. Afirmam-se líderes que não são, algo que é exclusivamente baseado no número de gostos que compraram e que qualquer página pode comprar, afirmam ter a preferência dos trofenses, comprovada com zero argumentos e um redondo nada, e ainda tentam fazer os seus leitores de otários quando, no final deste anedótico e patético texto, revelam uma “tabela”, à qual chamam sondagem, onde apenas é referido o número de “gostos”, que tentam transformar, quais trapaceiros de 3ª categoria, em “preferência de leitores”, e o número de seguidores, que na realidade parecem seguir muito pouco, pelo menos a julgar pelos gostos e partilhas que geram. Das duas uma: ou não têm respeito por ninguém ou sofrem de um atraso cognitivo profundo.

A cereja no topo do bolo, contudo, e lembrem-se que estamos a falar de uma pandilha que até os vários estatutos que tem disponibilizado na sua página são plagiados (erros de ortografia incluídos), é que esta mensagem infantil e patética foi plagiada quase na íntegra de uma nota da rádio Cidade Hoje, dirigida ao seu público, que podem ver em cima (e o original neste link). E porque não sabem fazer outra coisa que não seja plagiar, o ridículo volta a atingir proporções estratosféricas quando percebemos que o plágio foi tão básico que não perceberam que, no caso desta fraude, a separação entre “online” e “Facebook” não faz sentido porque a Trofa Digital não tem página web, apenas redes sociais. A mentira tem perna curta, mas a mentira estúpida nem perna tem.

Podíamos continuar nisto, a esmiuçar as métricas usadas para analisar o desempenho de uma página de Facebook, onde o número de “gostos” da Trofa Digital acaba por funcionar contra ela por prejudicar os vários indicadores dada o fraquíssimo engagement da página – desafio qualquer um dos nossos leitores, ou operacionais da fraude, a mostrar-me uma página com 50 mil “gostos” que tenha tão baixa interacção com o seu público-alvo. Páginas com esse volume de “gostos” tendem a atingir as centenas de “gostos” por publicação, coisa que simplesmente não acontece com a fraude digital, o que não admira porque é exactamente isto que dizem os livros quando o tráfego é comprado e não gerado de forma orgânica – mas é tudo muito claro quando a Trofa Digital, ao melhor estilo dos políticos desonestos, diz que lidera sem apresentar um dado concreto que prove isso mesmo, em contraste com os dados apresentados pela Trofa TV/O Notícias da Trofa. Nem pendurados na CM da Trofa conseguem melhor que isto. Só aldrabices e mais aldrabices.

Posto isto, afirmar que esta fraude é “a página preferida de quem procura saber mais sobre o Concelho da Trofa” é mesmo coisa de aldrabão. Uma desonestidade de quem se acha mais inteligente do que aqueles para quem está a falar, apesar de claramente não o ser. O que não admira, dado o historial de mentiras e falsidades que esta página nos vem servindo, sob a famosa e formosa batuta de quem nós sabemos. Mentem sobre a sua equipa, onde cabem perfis falsos de Facebook, mentem sobre a publicidade que fazem, plagiam praticamente todos os conteúdos publicados e até sobre um tema como estes mentem, quando podiam muito bem ficar caladinhos para evitar serem desmascarados pela realidade e fazerem estas figuras ridículas.

Apesar dos factos, o executivo trofense, sob liderança de Sérgio Humberto, pactua com estas práticas ao garantir uma colaboração directa entre o seu gabinete de comunicação e esta página. Não admira. Afinal de contas, é de políticos que estamos a falar e a casta política não se pode dar ao luxo de cuspir no prato em que comeu. Não vai muito tempo, a página Trofa Digital foi muito útil ao apelar diariamente ao voto em Sérgio Humberto e restante equipa na autarquia e nas freguesias. Como foi útil no disseminar de propaganda e ataques pessoais contra que se opunha ao poder absoluto de Sérgio Humberto. Entre outras coisas. Cá voltaremos, que hoje já me estendi que chegue e há muito mais para contar. As mentiras da Trofa Digital estão longe de ficar por aqui.

 

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João Mendes

Radicalmente contra todas as formas de instrumentalização dos recursos públicos em função dos apetites partidários e com um apetite insaciável pela desconstrução de mentiras e outros embustes que nos são diariamente oferecidos pelas elites dirigentes, a minha luta é por um concelho da Trofa mais transparente, mais íntegro e no sentido da evolução contínua, onde o poder cuja função é servir-nos pode e deve ser questionado. Das pessoas para as pessoas, sem medo nem clientelas.

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