Vamos ajudar a Amanda!

por Silvéria Miranda 0

Foi através das redes sociais e depois com mais pormenor através d’O Notícias da Trofaque soube do caso da Amanda. A Amanda é uma menina de nove anos, que vive em São Romão do Coronado, na Trofa, e que sofre de Síndrome de Jacobson, uma doença muitíssimo rara que afecta cerca de 200 pessoas no mundo e, no caso do nosso país, apenas a Amanda. Esta doença provoca “atraso no desenvolvimento neuropsicomotor, anomalias craniofaciais, defeitos cardíacos variados e empobrecimento do sangue. Também está associada a alterações do comportamento, como agressividade, défice de atenção e hiperatividade” e é extremamente difícil encontrar informação sobre ela, como devem calcular.

Como devem calcular também, é muito difícil para qualquer família, mesmo as com mais possibilidades económicas, ajudar estas crianças quando tão pouco se sabe e quando o pouco que se sabe custa tão, tão caro. A mãe da Amanda não trabalha para poder acompanhá-la e apenas entra lá em casa o salário do pai para os sustentar a eles os três e ainda mais dois irmãos da Amanda. Assim, torna-se difícil para esta família conseguir juntar os seis mil euros necessários para a Amanda se deslocar até aos EUA, onde poderá encontrar Paul Grossfeld, especialista na área. Mas os pais da Amanda não cruzaram os braços e estão a tentar angariar esse dinheiro através das mais diversas maneiras, que é o que os bons pais sempre fazem. Por isso, e mesmo eu sabendo que não está fácil para ninguém, tentem ajudar esta família (pois não é só a Amanda que sofre), dentro das vossas possibilidades, através de uma das várias formas à vossa disposição: podem fazer umdonativo para uma conta solidária aberta no BPI para este efeito (com o NIB 0010 0000 5003 6270 0018 8), podem deixar o vosso contributo nas latas espalhadas em vários estabelecimentos do concelho e cuja lista se encontra noFacebook desta causa (deixem lá o troco das vossas compras, por exemplo), ou podem atéestar presentes no concerto solidário que se vai realizar no final do ano.

Mesmo que não possam ajudar financeiramente, tentem fazê-lo através de outras formas: divulguem este caso, rezem por eles se tiverem fé, dêem uma palavra amiga, contribuam com ideias. O mais importante esta família já tem, que é força de vontade e amor, no resto nós podemos ajudar!

Silvéria Miranda

Sempre tive como velha máxima que os factos são sagrados e as opiniões livres. Foi com essa premissa que criámos este espaço e é por ela que me rejo em cada palavra que aqui escrevo. Sem qualquer interesse que não o de ajudar a construir uma Trofa melhor, mais justa e apelativa, digo orgulhosamente que sou tanto da Trofa como a Trofa é minha!

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