SMED Fest – Até avarias…

por João Mendes 0

Para todos aqueles que dizem que na Trofa nunca se passa nada, ou, pior ainda, que sempre que há alguma coisita, acontece sempre no “centro do império” (leia-se São Martinho de Bougado, actualmente parte integrante da União de Freguesias de Bougado), chega amanhã a terceira edição do SMED Fest – Festival de Música e Artes Urbanas. Fomos espreitar o que nos espera amanhã e Sábado (4 e 5 de Outubro) nas antigas instalações da empresa Pesafil, em São Mamede do Coronado.

O SMED Fest é um festival que abrange, desde 2011, trabalhos na área do teatro, da música, da fotografia, do cinema, entre outras, e chega-nos, uma vez mais, pela mão daAssociação Quebra Sentidos, uma associação cultural cujo fim a que se propõe se foca essencialmente em fazer face à falta de produção cultural na zona de São Mamede do Coronado (e no concelho em geral) e apoiar jovens artistas.

Na edição deste ano, o SMED Fest, conta com um cartaz bem rechado com a presença de nomes bem conhecidos do público português: Peixe:Avião, Anarchicks, Mr. Miyagi, os bracarenes O Bisonte, Salto e os trofenses Equations, a prata da casa.

Mas o SMED nao se esgota na música: haverá ainda espaço para um mercado de artesanato, mostras de pintura de Sara Sampaio, Ana Oliveira, Marcelo Benta e Sérgio Pimenta, o Graffit de Nuno Doc Costah, a trabalho da artista plástica Martinha Maia, a intervenção musical de SAUR, animação com o “mágico” Gustavo Sereno e, last but not least, uma viagem ao mundo dos répteis e anfíbios do nosso amigo Vasco Flores Cruz.

Os bilhetes, à venda no recinto do evento, custam entre os 7,5€ (bilhete para um dia) e os 10€ (bilhete para os dois dias do festival). As portas abrem amanhã pelas 19h e a festa promete!

E tu? Queres avariar?

João Mendes

Radicalmente contra todas as formas de instrumentalização dos recursos públicos em função dos apetites partidários e com um apetite insaciável pela desconstrução de mentiras e outros embustes que nos são diariamente oferecidos pelas elites dirigentes, a minha luta é por um concelho da Trofa mais transparente, mais íntegro e no sentido da evolução contínua, onde o poder cuja função é servir-nos pode e deve ser questionado. Das pessoas para as pessoas, sem medo nem clientelas.

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