Alberto Fernandes: um pinguim-fantoche que é o reflexo da escumalha política sem escrúpulos

por João Mendes 0

De forma cordial, simpática e com algum humor à mistura, o meu amigo e colega neste espaço João Pedro Costa escreveu no início de Agosto sobre Alberto Fernandes, um perfil falso criado no Facebook por determinados indivíduos afectos à elite política local. Porque estou mais que familiarizado com este tipo de cretinos, tendo no passado sido alvo de ataques por parte de gente reles e medíocre desta categoria, não serei cordial nem simpático, e muito menos recorrerei ao humor: escumalha deve ser tratada como escumalha.

Albertos Fernandes, como os chapéus, existem muitos. Recentemente, no blogue Aventar, desmascaramos um, que dava pelo nome de Maria Luz, e que usa fotos de uma qualquer agência de modelos, debita propaganda da coligação Portugal à Frente com a precisão de um assessor de campanha e ataca a oposição à esquerda com tudo o que tem. Cá pela Trofa, tivemos no período entre o embuste da JSD Trofa em Maio de 2013 e as Autárquicas, a Mónica Andrade e a Beatriz Silva, entretanto desmascaradas. Personagens criadas com o intuito de desviar a atenção do essencial e criar polémicas baseadas em falsidades. Um processo que de resto nos foi explicado pelo Fernando Moreira de Sá em Novembro de 2013, vale a pena ler a entrevista.

Este pinguim segue uma fórmula sobejamente conhecida entre os clones ao serviço dos interesses do costume, no caso específico o de determinadas pessoas afectas à coligação Unidos pela Trofa: não tem foto de perfil, finge ser um cidadão comum e preocupado com a sua terra, partilha determinados conteúdos com o objectivo de simular uma afiliação que na realidade não existe como manobra de diversão – no caso de Alberto Fernandes eram conteúdos relacionados com o PCP e com o sindicalismo – para depois, em menor quantidade mas de forma calculista e cirúrgica, lançar elogios encapotados ao executivo camarário e ataques ferozes ao PS.

O parasita em questão procurou instrumentalizar-me. Informado, apresentou-se como amigo do meu pai, mostrou conhecê-lo e teve inclusive o descaramento de me pedir que perguntasse ao meu pai por ele. Trata-se de gente perigosa, que vasculha a vida de terceiros e que se relaciona ao mais alto nível com pessoas de poder e influência no nosso concelho e que, procurando ganhar a minha confiança, chegou mesmo a elogiar uma crónica minha n’O Notícias da Trofa.

Contudo, tendo falhado na sua missão, este verme passou ao ataque. O alvo prioritário era o João Pedro Costa, voz incómoda para políticos com telhados de vidro com quem tenho o prazer e o privilégio de partilhar este espaço, que respondeu à altura da provocação troglodita do imbecil, imbecil esse que acabou por desaparecer da rede mas que continua por aí, a aparecer na fotografia e a desfilar cinismo e hipocrisia pelas ruas do concelho. Porém, na versão inicial dessa mesma provocação que podem ver em cima, esta marioneta fazia referência à minha pessoa, entretanto editada e retirada, que mencionava o “outro” que chegava da Eslováquia para ajudar à missa. E sobre a parte que me toca, gostava de dizer o seguinte:

1. Não é Eslováquia idiota, é Eslovénia;

2. Frustrados são cretinos como tu que se escondem por trás de perfis anónimos para atacar terceiros por não terem coragem nem carácter de falar olhos nos olhos;

3. Frustrada é também a escumalha que instrumentaliza marionetas como tu para não sujar as mãos na parte suja do seu trabalho, deixando-o para carrinhos telecomandados sem vida própria à espera de um biscoito em forma de tacho;

4. O Clube Slotcar da Trofa não tem nada a ver com as opiniões do João Pedro Costa ou do João Mendes. Eu sei que o sucesso dessa grande colectividade te tira o sono, a ti e ao teu dono, mas vais ter que continuar a engolir porque a força desta associação é imensa e só tende a aumentar;

5. E diz ao dono que se pensa que é com estas manobras que vai conseguir calar-nos, está muito enganado. A probabilidade do tiro lhe sair pela culatra é maior do que imagina.

Fica o registo. Mas não desistam que a malta até se diverte bastante com as vossas figuras tristes e não faltam os falsos moralistas e a malta do panfleto anónimo para vos apoiar. Pena serem todos tão básicos. 

João Mendes

Radicalmente contra todas as formas de instrumentalização dos recursos públicos em função dos apetites partidários e com um apetite insaciável pela desconstrução de mentiras e outros embustes que nos são diariamente oferecidos pelas elites dirigentes, a minha luta é por um concelho da Trofa mais transparente, mais íntegro e no sentido da evolução contínua, onde o poder cuja função é servir-nos pode e deve ser questionado. Das pessoas para as pessoas, sem medo nem clientelas.

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