Um ano de E a Trofa é minha!

por Silvéria Miranda 0

Pois é, caros amigos, contra as expectativas de muitos, mas realizando os desejos de outros tantos, o E a Trofa é minha não só veio para durar como completa hoje um ano de vida. Que balanço faço eu destes 12 meses? Positivo, claro.

De forma o mais modesta que me é possível, vejamos: o nosso número de seguidores tem vindo a aumentar, sem que para isso tenhamos pago qualquer tipo de publicidade ou mendigado audiências; conseguimos ajudar a Inês através de um concerto solidário onde muita gente quis participar das mais variadas formas; tentamos contribuir, ainda que em menor grau, para que o Raul tivesse o seu tão desejado presente de aniversário (sei que vos bombardeei com isto nas redes sociais, mas concordarão comigo que foi por uma boa causa!); procuramos cobrir as últimas Autárquicas de forma o mais resumida e acessível possível, tendo deitado algumas achas para a fogueira e sendo tema de conversa em vários sítios, o que não era suposto sabermos!; já fomos insultados; já rimos com os insultos; já recebemos denúncias anónimas sobre situações relativamente às quais nem sempre nos deram detalhes suficientes para as confirmarmos; já recebemos mensagens de telemóvel dignas de registo; já nos foram dadas informações supostamente confidenciais na esperança que as espalhássemos e com isso beneficiássemos A, B ou C (não deu resultado, como podem ver); já divulgamos alguns trabalhos de vários trofenses cuja qualidade consideramos que merece ser divulgada; já vimos parte do “Parque” das Azenhas ir por água abaixo; tambémjá vimos alterações no Aquaplace (e esperam-se mais); continuamos sentados à espera que o Parque Nossa Senhora das Dores fique pronto; ainda não nos esquecemos do Metro; também não nos esquecemos das promessas eleitorais; às vezes damos uma de “Nós por cá” e andamos de máquina fotográfica na rua – existem muitas crateras ainda por fotografar; também continuamos a aceitar e, mais que isso, a adorar que outras pessoas nos enviem textos para publicarmos aqui no estaminé, …

Bem, isto de ter um blog sobre e para a Trofa é e ao mesmo tempo não é o que eu estava à espera. É reconhecerem-nos na rua (true story). É fazerem-nos perguntas para as quais não temos resposta. É fazerem-nos perguntas para as quais não podemos dar uma resposta por diversos motivos. É também darmos respostas ou pormos as pessoas a pensar. É, sobretudo, pôr as pessoas a pensar. E pôr-nos a nós próprios a pensar também. É dar uso à liberdade de expressão. É dar a cara pelo que se acredita. É exigir a quem se pode e deve exigir. É poder dizer tudo isto, sem falsas modéstias. É muita coisa boa que só quem passa por elas é que sabe! 

Os “culpados” de tudo isto são, no fundo, vocês! Que continuam a visitar-nos, a espicaçar-nos e a dar-nos motivos para continuarmos. Vocês que, tal como nós, podem muito reclamar, muito ter a dizer sobre o assunto A ou B e que podem concordar ou não com esta situação ou com aquela. Mas só quem se interessa, só quem gosta da Trofa com todos os seus defeitos e vicissitudes é que continua a reflectir sobre ela e a querer fazer parte dela.

Por tudo isto, porque a Trofa é minha, é tua e é de todos nós, o meu mais sincero obrigada!

E quanto a ti, camarada João, ainda temos um longo caminho pela frente! :)

Silvéria Miranda

Sempre tive como velha máxima que os factos são sagrados e as opiniões livres. Foi com essa premissa que criámos este espaço e é por ela que me rejo em cada palavra que aqui escrevo. Sem qualquer interesse que não o de ajudar a construir uma Trofa melhor, mais justa e apelativa, digo orgulhosamente que sou tanto da Trofa como a Trofa é minha!

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