“Leões” que fazem crianças felizes

por João Mendes 0

Dentro de pouco mais de uma semana, no dia 17 de Maio (Sábado) pelas 20:30h, terá lugar na Casa dos Arcos, em São Mamede de Coronado, um evento solidário impulsionado pelo Leo Clube da Trofa, cujo objectivo passa por proporcionar um fim-de-semana diferente aos meninos e meninas aos cuidados da delegação trofense do ASAS, algo que de resto vem sendo feito desde 1999, ao nível da estrutura nacional do Leo’s Clube de Portugal, presidido pelo trofense Bruno Silva Soares.

A iniciativa Fado Solidário tem uma página no Facebook onde poderão consultar toda a informação disponível sobre este evento. Resumidamente, trata-se de um jantar solidário e temático, onde o fado fará as honras da casa. O valor recolhido será empregue na dinamização da actividade Crianças na Floresta, que já vai para a sua 19ª edição (no ano passado foi assim), fruto do empenho e dedicação dos jovens que compõem (e compuseram) o Leo’s Clube de Portugal, e abrangerá o máximo de crianças possível, dos 5 aos 10 anos, realizando-se, uma vez mais, na Quinta da Fonte Quente na Tocha, em Cantanhede.

O certame irá contar com os fadistas Adriana Pereira e Jaime Martins, acompanhados por Paulo Gomes na Guitarra Portuguesa e Francisco Lopes na viola, bem como com um leilão do obras gentilmente cedidas pelo pintores Sérgio Filipe Pimenta, nosso conterrâneo trofense, e Jaime Ribeiro do Lions Clube da Guiné-Bissau.

Posto tudo isto, razões não faltam para abraçar esta iniciativa: uma causa nobre, boa música portuguesa e um leilão que promete, tudo ao serviço da realização dos sonhos destas crianças. O preço do jantar é de 20€ e o valor reverte integralmente para este projecto. Eu vou lá estar, vens também?

João Mendes

Radicalmente contra todas as formas de instrumentalização dos recursos públicos em função dos apetites partidários e com um apetite insaciável pela desconstrução de mentiras e outros embustes que nos são diariamente oferecidos pelas elites dirigentes, a minha luta é por um concelho da Trofa mais transparente, mais íntegro e no sentido da evolução contínua, onde o poder cuja função é servir-nos pode e deve ser questionado. Das pessoas para as pessoas, sem medo nem clientelas.

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